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Ousar vencer: resultado sobre a greve da PMRN

10/01/2018



“Acima de tudo, a grande lição que fica para todos os policiais e bombeiros militares do Brasil é que: quem ousa lutar também ousa vencer”, garante o policial militar potiguar e apoiador da Ordem dos Policiais do Brasil (OPB), João Figueiredo sobre o movimento reivindicatório dos policiais e bombeiros militares do Rio Grande do Norte. Hoje (10), após uma tensa Assembléia Geral, PMs e BMs decidiram retomar as atividades.

O Governo do Rio Grande do Norte tem até sexta-feira (12) para pagar o salário de dezembro dos policiais e bombeiros militares. Também faz parte da lista de reivindicações acatadas pelo Governo, a implantação dos subsídios dos promovidos em 2017, implantação dos níveis, aumento do vale alimentação de R$10 para R$ 20 com extensão ao Interior, 50 viaturas em condições até sexta, definição da data de pagamento do 13.

PMs e BMs decidiram iniciar o movimento após meses sofrendo com o atraso do pagamento dos salários. Além disso, falta o mínimo de condições de trabalho para a categoria. “Foi um movimento baseado na legalidade, um movimento muito duro. Nós perdemos dois companheiros. Um cometeu suicídio e outro foi assassinado”, conta Figueiredo. Segundo ele, o resultado não foi o ideal mas todos ansiavam por uma solução viável.

Afinal, a tropa estava sofrendo e mais ainda a sociedade. Lideranças de diversas entidades representativas do Brasil estiveram no Rio Grande do Norte em solidariedade aos profissionais de segurança. Não haverá prisão das lideranças ou participantes. “Quem deveria ser preso é o Governador do Estado. Os policiais merecem respeito, a população merece respeito”, conclui o presidente da OPB, Frederico França.

 





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